
Belo verde que embeleza o crepúsculo
Numa tarde onde as flores dizem sim
Ao balançar das árvores da Frei Serafim
É Teresina que se mostra quente ao vento
Vejo-te aflorar a cada esquina Teresina
Onde teu suor quente me enlaça com fervor
E tua água mata nossa sede em favor
Do povo reunido em teu sorriso de menina
Da ponte metálica o Pai Parnaíba
Que deságua no seu ventre despido
E o Poti que sorrir e nos fascina
Mas - Teresina menina! – Contemplo teus sonhos
Que renasce no choro da criação divina
Não és só verde e sim o colorido das almas dos tristonhos.
Silmara Silva